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CIENTISTAS CONFIRMAM A BÍBLIA – MAS NÃO A ACEITAM!

Três recentes relatórios científicos oferecem evidência de que o relato de Gênesis,

ou “a origem”, é verdadeiro, mas a maioria dos cientistas nega-se a aceitá-la.

O primeiro apareceu em 4 de dezembro de 1995, edição do U.S. News & World

Report, em um artigo intitulado “The Genetic Eve Gets a Genetic Adam” (Uma Eva

Genética Tem um Adão Genético).

“Há oito anos pesquisadores ‘encontraram’ a mãe de todos os humanos, a famosa

Eva. Ao examinarem as células de diversos grupos étnicos, eles remontaram a

árvore genealógica dos seres humanos modernos a 200 mil anos a UMA ÚNICA

MULHER – embora seja teoria. Agora, Eva tem um Adão. Em dois relatórios da

Nature na semana passada, pesquisadores sugerem que quase todos os homens

modernos – 99,9%, diz um cientista – estão intimamente ligados geneticamente e

compartilham genes com UM ÚNICO ANCESTRAL MACHO: o cognominado

“Adão de cromossomo Y”.

“Cada estudo data Adão de modo diferente. Um deles diz que ele apareceu há

aproximadamente 188 mil anos. O outro estima que ele viveu até 49 mil anos

atrás. Mas ambos opõem-se à idéia de que os humanos modernos surgiram em

lugares distintos ao longo dos continentes. ‘Estamos descobrindo que os humanos

têm raízes genéticas muito superficiais, que remontam de forma muito recente a

um ÚNICO ANCESTRAL’, diz Michael Hammer da Universidade do Arizona, autor

de um dos estudos. ‘ISSO INDICA QUE HOUVE UMA ORIGEM EM UM LOCAL

ESPECÍFICO NO GLOBO E QUE, ENTÃO, ELA SE ESTENDEU A PARTIR DAÍ’”

(U. S. News & World Report, 04 de dezembro de 1995).

A mesma história foi publicada na capa da revista December Time, intitulada

“Evolution’s Big Bang” (A Explosão Cósmica da Evolução). A capa anunciava:

“Novas descobertas mostram que a vida, como a conhecemos, começou em um

incrível desvario biológico que mudou o planeta quase que da noite para o dia”.

Isso me parece uma criação de seis dias!

“Em uma explosão de criatividade como nada jamais visto antes ou desde então, a

natureza parece ter traçado a planta de quase todo o reino animal. Essa explosão

de diversidade biológica é descrita pelos cientistas como a Explosão Cósmica da

biologia. Desde 1987, descobertas de importantes berços fósseis na Groenlândia,

na China, na Sibéria e agora na Namíbia revelaram que O PERÍODO DA

INOVAÇÃO BIOLÓGICA OCORREU QUASE QUE NO MESMO INSTANTE DO

PERÍODO GEOLÓGICO POR TODO O MUNDO” (J. Madeleine Nash, “When Life

Exploded” [Quando a Vida Explodiu], Time, 4 de dezembro de 1995).

Quando toda a mitologia evolutiva é tirada desses relatos, como, por exemplo,

métodos de datação que declaram que os sedimentos rochosos têm centenas de

milhões de anos, o que resta é que os cientistas nunca constataram nenhum fato

que refute o relato bíblico sobre uma criação literal que durou seis dias.

Eles declaram saber quantos anos têm certas camadas rochosas, mas não

sabem. Estão apenas fazendo suposições. Isso é evidente pelo fato de que suas

suposições diferem indomitamente de um cientista para outro e de um ano para o

ano seguinte. Admite-se esta idéia no artigo do U.S. New & World Report.

Amigos, há uma grande diferença entre 188 mil anos e 49 mil anos! E ambos os

números são meras suposições. A idade do homem poderia facilmente ser de seis

mil anos, como indica a Bíblia. Nenhum FATO científico conhecido contesta isso.

Há uma grande diferença entre uma teoria e um fato. Os métodos de datação

usados nesses estudos presumem certas coisas que não podem ser provadas.

Admitem, por exemplo, que não houve criação!

Em seu artigo de 1871, “A Caution Against Anti-Christian Science” (Uma

Advertência Contra a Ciência Anticristã), o pregador presbiteriano Robert Lewis

Dabney descreveu o dilema dos métodos de datação modernos:

“As supostas conclusões, que parecem contrárias às Escrituras segundo a

compreensão de cristãos comuns, são partes de uma inconstante, por causa de

um sistema incompleto. E eu me arrisco a afirmar, sem outra faculdade ou algo

adquirido à parte da luz do senso comum, que falta a essas conclusões aquela

demonstração perfeita e exclusiva que seria necessária para derrocar a Bíblia de

seu trono de autoridade. Um escrutínio fiel detectaria diversos abismos enormes

entre fatos e inferências; diversos lugares onde a proposição, que, quando

apresentada primeiro, pode ser chamada não mais do que uma “possibilidade”,

passa, mais tarde, tacitamente a ser uma “condição necessária”…

“Você acredita que as provas deles são desse caráter que, em um tribunal,

resistiria ao teste do parecer contrário na lei em toda a conexão, e permaneceria

tão conclusivo, acima de todas as dúvidas, no sentido de justificar um júri honesto

ao levar a vida de uma criatura? Os próprios inventores, sem dúvida,

renunciariam, pasmados, à tamanha responsabilidade!”

“A suposta antigüidade de todas as rochas chamadas sedimentares é uma parte

essencial da discussão por meio da qual os geólogos se esforçam para provar a

antigüidade desses fósseis. Entretanto, se há possibilidade de muitas dessas

rochas terem sido criadas, então a data pré-adâmica dos fósseis também cai por

terra. Além disso, quando estamos diante de um infinito Criador, devemos

honestamente limitar-nos a admitir que, entre os objetos incluídos em Seus vastos

conselhos, poderia haver considerações, não sabemos quais, que o instiguem a

criar organismos, em número, e sob condições, muito diferentes daqueles que

agora consideramos naturais.”

Desde a época de Darbey, a “ciência moderna” já mudou de opinião inúmeras

vezes. As datas estimadas do extrato geológico e da aparência da vida vegetal e

animal mudaram repetidas vezes e de modo drástico.

O artigo da Time propõe algumas questões importantes que nenhum cientista

evolucionário é capaz de responder:

“O que poderia ter impulsionado tal avanço radical?”

“De onde veio este extraordinário bestiário, e por que ele apareceu tão rápido?”

“Por que esta explosão evolutiva, tão impressionante em termos de velocidade e

extensão, jamais foi igualada?”

A simples resposta é que o Deus Todo-Poderoso da Bíblia criou o mundo para

Seus propósitos e glória. Pode zombar se quiser. Grandes multidões de homens

de toda a esfera da sociedade aceitam isso sem hesitação, incluindo inúmeros

homens com diplomas científicos. A evolução é um conto de fadas, tão pouco

científico quanto o mito hindu.

O relato bíblico sobre a criação está de acordo com todo fato científico conhecido

e observável. A Bíblia diz que um Deus eterno, totalmente sábio e Todo-Poderoso

fez surgir vida inteligente do nada. A criação testifica isso. O homem nunca

observou vida inteligente surgindo de uma matéria ininteligente. Se a Bíblia não for

verdadeira, e se Deus não criou o mundo como diz a Bíblia, o homem jamais

saberá como isso aconteceu, pois o processo nunca se repetiu. Cientistas

admitem que os processos evolutivos não agem hoje. A razão é que eles nunca

agiram.

A Bíblia diz que Deus criou o homem à parte dos animais; o homem foi feito à

imagem de Deus com uma consciência e habilidade para comunicar-se com Deus;

os animais constituem um tipo bem distinto de criaturas, feitos para as

necessidades e deleite do homem (Gn 1–2). Isto é visível; o homem não é como o

reino animal. Ele é um tipo de criatura totalmente diferente. A Bíblia diz que todo

ser vivente na criação foi criado para reproduzir a sua espécie, e somente a sua

espécie (Gn 1.12,21,24,25). É isso que exatamente vemos. Ninguém nunca

observou uma cenoura produzir algo que não fosse uma cenoura, ou uma ave

gerar algo que não fosse uma ave.

A Bíblia diz que os céus declaram a glória de Deus e o firmamento proclama a

obra das Suas mãos (Sl 19.1). É isso que exatamente vemos. A incrível

complexidade e intricada inter-relação da criação apontam conclusivamente para

um Criador Todo-Poderoso e totalmente sábio.

Louve ao Senhor pela fé de crer na Bíblia e rejeitar a “assim falsamente chamada

ciência”.

O terceiro relato que mencionamos no começo deste artigo é do campo da ciência

lingüística. Apareceu em The Story of English (A História da Língua Inglesa), de

Robert McCrum e Robert MacNeil. Considere:

“Há dois séculos um juiz inglês na Índia observou que várias palavras em

sânscrito eram muito parecidas com algumas palavras em grego e latim. Por

exemplo, o termo sânscrito para ‘Pai’, pitar, era muito parecido com o termo ‘pater’

em latim. UM ESTUDO SISTEMÁTICO REVELOU QUE MUITAS LÍNGUAS

MODERNAS DESCENDERAM DE UMA MESMA LÍNGUA-MÃE, e que

desapareceram porque nada foi escrito. Identificando termos similares, lingüistas

sugeriram o que chamamos de uma língua-mãe indo-européia, falada até 3.500 a

2.000 a.C.” (Robert MacNeil, sinopse de The Story of English).

Novamente, uma vez que retiramos as suposições da ciência lingüística, temos

uma descrição perfeita do relato de Gênesis sobre como as línguas multiplicaramse

e espalharam-se na terra. No início havia uma língua comum (Gn 11.1). Por

causa da rebelião do homem em Babel, Deus multiplicou as línguas para dividir os

homens e confundi-los em seus maus intentos (Gn 11.2-9). A partir de Babel, os

homens espalharam-se para diversos lugares e estabeleceram nações distintas

com base em uma língua comum. Tudo o que a ciência lingüística sabe com

certeza está de acordo com o relato bíblico.

Não faz muitos anos cientistas diziam que “as raízes das diferentes famílias de

línguas indicam distintas fontes para as primeiras tribos de homens”. Agora

admitem que isto está errado.

Podemos ver que, desde o começo, a Bíblia estava certa. A escolha é clara.

Podemos edificar a nossa vida sobre a rocha sólida da verdade bíblica ou edificála

sobre a areia movediça da assim chamada ciência.

 

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