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LÂMPADA DE ISRAEL //- II Samuel 20-21

Diz o dito popular que “conversando, a gente se entende”. Hoje vamos ver que uma conversa franca pôde evitar a destruição de uma cidade. Diz a crença geral, também, que mulher só passou a ter importância de uns tempos para cá. É certo que, historicamente, as sociedades são machistas mesmo. Sem sombra de dúvida. Mas as mulheres sempre tiveram posições de destaque na história.

E é isso que vamos ver na leitura de hoje. Nem sabemos o nome da negociadora, mas certamente era uma matriarca. Pelo que lemos, ela aconselhava e negociava e em nome da cidade. No capítulo 21, vamos ver um relato que não está colocado em sequência cronológica. Ao que tudo indica, essa relação com os gibeonitas deu-se logo depois que Davi começou a proteger Mefibosete e antes da rebelião de Absalão.

Podemos ler o juramento citado no verso 2, em Josué 9:15 e 18-26. Saul, por sua vez, quebrou esse juramento. E, como os gibeonitas não eram de origem israelita, procuraram a vingança da forma como conheciam: com morte. Mesmo assim, vimos o respeito que Davi demonstrou, ao juntar os túmulos de Saul, Jônatas e seus descendentes, vítimas desse triste episódio. Por último, vamos ver o cuidado que o povo tinha com Davi.

A partir do verso 15 do capítulo 21, veremos que a presença dele era de suma importância. Ele era a referência do povo, a “lâmpada de Israel”. E você, como tem sido seu comportamento? Tem servido de guia e conselheiro para as pessoas que o cercam? Você tem usado as instruções que Deus te dá para ajudar as pessoas a encontrarem o caminho do Deus Criador, o único que é digno de adoração? Tem conversado para evitar batalhas?

Fique com Deus.

Vinicius Assef

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